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Formiga na lavoura

 

No Rio Grande do Sul, a pouca chuva do período e as formigas são um problema para as lavouras de soja. Todos os dias de manhã o agricultor Erni Osvino caminha a lavoura em busca do ninho dos insetos.

Ele segue o trilho delas colocando veneno granulado. Assim não causa danos as plantas e consegue exterminar com os formigueiros. “Todos os dias eu vou até a lavoura e caminho verificando como ela está. Se identifico um novo formigueiro saio cedo e vou matar”, diz.

Ele diz ser mais fácil de encontrar os ninhos quando as formigas estão trabalhando, isso ocorre cedo da manhã ou no fim da tarde, quando é mais fresco.

Enquanto no PR muitas propriedades já estão colhendo os seus parreirais, no RS as uvas ainda estão em fase de maturação. Mas o espetáculo é o mesmo. Cachos carregados de frutas dão um colorido todo especial ao campo.

Super mãe …

 

Viajando pelo interior do Rio Grande do Sul o Biosfera se deparou com a super mãe. Essa cadela de dois anos, nunca teve filhotes de seu ventre. No entanto, já adotou uma ninhada e agora está pela segunda vez fazendo papel de mãe.

O nome dela é Mariucha. A cachorrinha mais querida da vizinhança na cidade de São Gabriel. Ela adotou um filhote de gato e mais seis cachorrinhos faz duas semanas e mesmo sem nunca ter filhos, produziu leite e está amamentando toda a ninhada junta.

Os pais dos recém nascidos morreram atropelados e agora cabe a super mãe mantê-los quentes nas noites frias e também protegê-los de todos os perigos, coisa que ela tem feito muito bem.

Está ai mais um exemplo de que na natureza pode reinar a harmonia mesmo com espécies diferentes.

Pausa

Olá amigos, lamentamos a falta de atualização deste blog. No momento estamos em fase de reestruturação e dos últimos acertos para que no próximo ano vocês possam estar muito bem informados sobre Jornalismo Rural. Em breve estaremos de volta….

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Os produtores de milho de Francisco Beltrão que tiveram perdas com a estiagem ou mesmo a chuva de granizo do mês de novembro, já podem solicitar a vistoria de sua propriedade para confirmar o Proagro (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária).

Com esse programa o agricultor pode recuperar até 100% da lavoura. Nesse primeiro momento serão beneficiados apenas aqueles produtores que tiverem o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), modalidade custeio.

Para pedir a vistoria o produtor rural deve levar até a secretaria municipal de Agricultura ou ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais seus documentos pessoais, além da Matrícula do Terreno Rural, ou o Contrato de Arrendamento e a primeira via da Nota Fiscal da compra dos insumos.

Hora de selecionar os grãos

Hora de selecionar os grãos

Estamos em fase de colheita do feijão e do milho em Cascavel, período esse que começa essa semana e vai terminar na segunda quinzena de janeiro.

Segundo o engenheiro agrônomo da Emater, João Vechio, o momento é de apreensão dos agricultores da região Oeste do Paraná. O problema foi à chuva de granizo que atingiu inúmeras propriedades no mês de novembro.

O feijão foi o maior atingido. No reassentamento São Francisco em Cascavel várias áreas tiveram perda quase que total da produção.

Nos próximos dias a Emater estará visitando as propriedades de Três Barras e Capitão Leônidas Marques para verificar os danos, e caso necessário, acionar o seguro rural que é de direito dos pequenos produtores da região que estão ligados ao Pronaf ( Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar).

Dúvida do leitor

Garrafas cheia de areia
Garrafas cheia de areia

 

A nossa leitora Marinês escreveu dizendo que ela fez o mesmo que dona Ana Maria – do texto abaixo – com as garrafas plásticas. Mas que elas, por vezes, saem do lugar por causa da umidade do solo.

Marinês, a dona Ana Maria enche as garrafas de água antes de colocá-las na terra, ou há possibilidade de você enchê-las de terra ou areia. Você fez isso? quando cheias de algum elemento pesado e escoradas umas nas outras as garrafas conseguem se manter firmes por mais tempo. Tente isso e escreva para nós contar o que aconteceu.
Quem também tiver dúvidas como as de Marinês pode entrar em contato conosco pelo e-mail biosferanews@gmail.com ou deixar um comentário em uma de nossas matérias.

O exemplo que vem do sítio

As garrafas reutilizadas por dona Ana embelezam o caminho até a casa

As garrafas reutilizadas por dona Ana embelezam o caminho até a casa

Dona Ana Maria, da localidade de São Salvador, encontrou uma alternativa para reutilizar as garrafas pet de sua casa. Em vez de descartá-las e mandá-las para o aterro sanitário, como a maioria das garrafas, dona Ana as reutilizou e cercou o caminho de seu jardim. Em frente a sua casa, todas as plantas que cultiva são rodeadas pelas garrafas cravadas ao chão com a ponta fixada na terra. Assim “reaproveito as garrafas não jogando-as no lixo  e ainda embelezo meu jardim” disse sorridente dona Ana. Um bom exemplo para que os resíduos não sejam desperdiçados em vão.

<- Curitiba

<- Curitiba

Cascavel,  13 de dezembro de 2008.
Evyn: Até que enfim!
Carol: Também eu vim de ônibus, né!
14h32min
Evyn: Temos que ir Carol.
Carol: Sim eu sei. Vamos só ver como ficou o blog.
Evyn: Tá.
14h50min
Vrum Vrum Vrum

Sede Alvorada ou Rio do Salto? Rio do Salto.

Começa a “viagem”, saímos pela avenida Brasil em direção ao trevo Cataratas. Dali seguimos sentido Curitiba e no primeiro trevo, a esquerda.
Na PR 180 fomos adiante uma boa quantidade de quilômetros, todos novamente ouvindo João Neto e Frederico. Na entrada de São Brás uma voz ao meu lado grita: ali! Onde Carol? Ali, passou.

Aff, na primeira entrada fiz a volta, uma das mais de 6 ou 7 voltas que fiz naquela PR. Entramos na comunidade de São Brás em busca do viveiro de mudas de Eucalypto, Ypê e Pinheiro da dona Jandira, que você já leu aqui no blog.

Depois da entrevista feita, seguimos em frente. Ou melhor, voltamos até a propriedade de dona Neida Bonatto, uma simpática senhora, que há três anos investiu  na plantação de uvas. Um sábado proveitoso começava ali com a hospitalidade de dona Neida.

Dali, partimos a diante, nós e João Neto e Frederico. Passamos São Salvador, entra numa estrada e entra noutra, faz volta no asfalto, resolvemos seguir em busca das uvas do Rio do Salto. Epa epa epa. No caminho em meio ao enorme potreiro a placa dizendo: Zita Conservas, ali ->

Lógico que paramos, e lá encontramos a animada e absolutamente feliz Renata. Uma jovem, que de um trabalho de faculdade, está fazendo a sua vida. Aproveitou as oportunidades! Depois de muito papo-bom tivemos que seguir em frente. Agora sim, vamos em busca das uvas.

Ao chegar na humilde comunidade de Rio do Salto, pedimos informação e nos encaminharam pra o famoso bóiacross. Lá decobrimos uma plantação de uvas com mais de 25 anos. Além da entrevista, é claro que aproveitamos para conhecer aquele lugar, tão visitado por suas bóias que passeiam pelo rio São José.

Também fomos indicadas para conhecer a propriedade de “seu” Basílio, que também aposta na uva e ainda tem alguns pés de maçã, os quais viu ter um bom resultado de colheita. Ali, conhecemos a linda Bianca e o querido Alex, filhos de “seu” Basílio e de Rose.

De volta para casa, mais uma paradinha na propriedade do “seu” João, em Alto Bom Retiro, para saber um pouquinho mais sobre a engorda de suinos.

Agora sim, estamos indo de volta pra casa!

Quase sete horas da noite, horário de Brasília e, exaustas, de tanto conversar, perguntar e questionar chegamos a Cascavel.

Um sábado extremamente produtivo.
Que todos sejam assim!
É isso aí, até a próxima viagem…

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Caroline e Evyn

Dia 11 de dezembro de 2008 foi nossa primeira viajem… Diga-se de passagem, mini viajem! Saímos as 13h30 da casa da Evyn para buscar nossas primeiras matérias. O rumo ainda meio incerto nos levava, a princípio, ao distrito de Sede Alvorada. Mas, logo na saída de Cascavel nos deparamos com o primeiro problema, faltava-nos uma câmera fotográfica. E agora?

Ligamos para boa parte de nossos ex-colegas de faculdade, amigos, parceiros de balada e nada! Por fim conseguimos uma máquina sem chip com fotos contadas e o medo de perder aquele momento imprevisível.

Enfim saímos. No som, João Neto e Frederico… Pé na tábua e depois de 20 km chegamos ao nosso destino. Sem pauta e sem contatos o jeito foi perguntar. Chegamos em um restaurante que indicou uma borracharia e pronto, mais alguns quilômetros chegamos a propriedade dos Garlet e do seu delicioso doce de Mexirica.

Pronta a entrevista, e depois de algumas contadas fotos, encontramos, dirigindo seu trator, o seu Jurandir Lamb, que cria porcos e planta feijão…Além de outras culturas. Ele nos mostrou a propriedade e falou tudo sobre a suinocultura no PR.

Na estrada novamente, encontramos o seu Sérgio vendendo frutas no seu caminhão a beira da estrada. E descobrimos, ele que é paranaense, tem uma bela plantação de melão gaúcho e nos convidou para conhece-la, ela fica em Assis Chateaubriand… Calma seu Sérgio, em breve a gente aparece ai….

Na volta ainda deu tempo de passar no distrito de São Salvador e conversar com o simpático caseiro Airton que vive com a esposa cuidando um bananal e uma grande horta.

Enfim, 19 horas e a gente chega em casa novamente, exaustas, para comer um francesinho com o doce de uva e mexirica dos Garlet. A história desses personagens você encontra em breve no nosso blog. É isso ai, até a próxima viajem….

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